março 23, 2010

A verdadeira história da origem da couve de Bruxelas

Era uma tarde de primavera na pacata cidade de Marteis, subúrbio a sudoeste de Bruxelas, o clima era típico da estação e o cheiro de vida pairava no ar (sem falar naquela desgraça de nuvem de pólen que mancha tudo que encontra pela frente).

Um agricultor, vamos chamá-lo de Pierre, já em seus 40 anos de vida estava a preparar a terra para o plantio de batatas doces, como fazia desde que ainda era um menino de calças curtas, e ainda utilizando as mesmas ferramentas que foram confeccionadas pelas mãos de seu avô.

Mas as coisas não eram mais tão boas e prósperas quanto ele gostaria, e sua propriedade mal produzia o suficiente para lhe alimentar.

Como Pierre já era um pouco mais lento do que em seus áureos tempos de adolescente europeu, a noite chegou e dominou toda a paisagem antes que ele se desse conta disso. Ao levantar seu olhar, porém, percebeu que havia uma estranha luz no céu, luz essa que rapidamente se aproximou de seu campo de batatas doce.

O mais interessante é que ao se aproximar da fonte de luz, Pierre percebeu que se tratava de uma espécie de nave espacial. E qual não foi sua surpresa quando dela saíram dezenas, se não centenas ou milhares, de seres verdinhos de, aproximadamente, um palmo de altura.

Não se sabe até hoje se foi por medo, ou por susto, que Pierre lançou mão de sua foice e decapitou o primeiro dos pequeninos seres verdes. O que se sabe é que, após a primeira morte, todos os demais seres estacaram em uma aparente tentativa de se manterem invisíveis àquele gigante monstro decapitador.

Pierre apenas ficou lá, assim como os pequeninos, assustado e imóvel, mas seu coelho Sanson não se fez de rogado e, tomando aquela pequena cabeça por uma iguaria, se deliciou como nunca havia feito em sua vida. Pierre nunca havia visto um olhar de tal felicidade naqueles olhinhos vermelhos.

Um pouco por fome, inveja, ou talvez por caduquice mesmo, Pierre resolveu experimentar um pedaço daquela pequena cabeça, e qual não foi sua surpresa em constatar que ela era saborosa .....

E foi assim que após aquela noite de primavera, o mundo passou a conhecer as cabecinhas de E.T. como Couve-de-Bruxelas.


p.s.> obviamente que a história acima, para uma pessoa com um pouco de inteligência, possui alguns pontos não claros ou pontos que causam uma certa discussão sempre que trazidos à tona. Na humildade de meus conhecimento tentarei esclarecer estes pontos a seguir::

1 - de onde então continuam vindo as couves de bruxelas atualmente:?: a tripulação da nave dos marcianos era de, aproximadamente, setenta e quatro milhões de E.T.s, que se mantém em estado de 'choque' até os dias atuais.
2 - por que somente a 'cabeça' do E.T. é comercializada?:: há duas linhas de especulação sobre esse assunto. A primeira delas dita que, devido à alta concentração de gases marcianos, o corpo dos E.T.s é extremamente   desagradável em seu sabor. Já a segunda linha de pensamento justifica a não comercialização dos corpos, por conta dos E.T.s serem seres extremamente bem dotados, o que chamaria muito a atenção.
3 - por que os E.T.s foram, exatamente nessa noite, parar na Bélgica, já que em todas as outras ocasiões em que E.T.s são encontrados, eles estão nos E.U.A.?:: Essa é fácil, mas me desculpe pela revelação que farei agora:: OS EUA NÃO SÃO O UMBIGO DO MUNDO e tudo que eles mostram no cinema é 'ficção', ou você acha que todos os E.T.s também sabem falar inglês? ou ainda que, em questão de dias os americanos daquele filme gay, Independe se dei!, conseguiram fazer um vírus (e fazer o upload deste) para a nave-mãe dos alienígenas, sendo que na vida real a gente não consegue nem fazer um copy&paste do Excel para o Word sem perder a formatação .........
4 - "Serpa, pesquisei Marteis na internet e não achei nada!":: Me dê cinco minutos e procure de novo na Wikipedia!!!!!!!

3 comentários:

  1. Ahahaha, Alexandre!

    Odeio couve-de-bruxelas, venha de onde vier, rs!!

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  2. ehehehe... que imaginacao, heim Grilo?! ;)
    Eu gosto das taizinhas... alias tenho 2 receitas com couve de Bruxelas no meu blog ;)

    bjao
    Q.

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  3. Muito boa!!! hahahahahaha


    Vivendo e aprendendo!!

    Não sei, acho que agora sempre que for comer as tais couves vou lembrar e acho que não vou querer mais não!


    Beijos

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